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sábado, 16 de fevereiro de 2013


 

AÇÃO ENTRE AMIGOS 2013

 

REGULAMENTO

 

1. A rifa é composta de 2000 bilhetes (001-2000), sendo cada bilhete comercializado a R$ 300 (três reais).

 

2. A rifa é aberta a todos, incluindo os membros do TUPJA e parentes.

 

3. Cada bilhete contém uma sequência de número própria denominada Controle de Vendas, presente no canto direito final do canhoto, e no canto direito de cada bilhete. Conforme figura sinalizada abaixo

 

 

Associação Pai João – São José – SC

Serão 3 Sorteios

1º Premio - 01  Mandala Kabala em Artesanato

2º Premio - 01 Kit Cozinha com 01 Liquidificador, 01 Batedeira, 01 Sauduicheira, 01 Cafeteira.

3º Premio - 01 Forno Elétrico

 

Data do Sorteio 05 de Maio de 2013

 

Controle da rifa
Nome:............................
.......................................
Telefone:......................
.....................................
Controle de venda 0001
Associação Pai João – São José –SC
                                               AÇÃO ENTRE AMIGOS
                                                                                              R$ 3,00
1º Premio - 01  Mandala Kabala em Artesanato
2º Premio - 01 Kit Cozinha com 01 Liquidificador, 01 Batedeira, 01 Sauduicheira, 01 Cafeteira.
3º Premio - 01 Forno Elétrico
Data do Sorteio: 05 de Maio de 2013
                                                                              Controle de venda 0001

 

 

 

Com essa numeração própria que cada participante concorrerá ao prêmio

 

4. Um mesmo participante poderá adquirir um ou mais bilhetes, aumentando assim as suas chances de ganhar.

 

5. O participante deverá fornecer todos os dados pedidos.

 

6. O não pagamento até o dia 01/05/2013 automaticamente resultará em perda de direito ao prêmio.

 

7. O sorteio deverá acontecer no dia 05 de Maio  de 2013, na sede do TUPJA Pai João, em São José, durante uma comemoração interna dos membros. Podendo esta data ser transferida a cargo da Comissão organizadora e divulgada previamente por este meio.

 

* Disposição Geral do Prêmio

 

1º Premio - 01  Mandala Kabala em Artesanato

2º Premio - 01 Kit Cozinha com 01 Liquidificador, 01 Batedeira, 01 Sauduicheira, 01 Cafeteira.

3º Premio - 01 Forno Elétrico

 

O prêmio é pessoal, porém poderá ser transferido e negociado.

 

O ganhador deverá estar ciente que a Comissão organizadora se reserva o direito de entregar o Kit Pronto.

 

8. Após o resultado do sorteio, a comissão organizadora, se reserva ao direito contatar o ganhador pelo período de 60 dias, pelo telefone Caso não ocorra extração até a data limite, o premio será revertido para a entidade TUPJA Pai João

 

10.Toda informação sobre o sorteio e ganhador poderá ser encontrada no site www.umbandapaijoao.blogspot.com

 

11 Os participantes concordam e autorizam a utilização de seu nome, fotografia ou imagens e voz para divulgação do evento, sem qualquer ônus para a entidade promotora da rifa.

 

12. O ato de compra do(s) cupons(s), no valor definido, caracteriza o participante no conhecimento e aceitação integral dos termos e condições deste Regulamento.

 

segunda-feira, 22 de outubro de 2012


AÇÃO ENTRE AMIGOS 2012

REGULAMENTO

1. A rifa é composta de 2000 bilhetes (001-2000), sendo cada bilhete comercializado a R$ 2,00 (dois reais).

2. A rifa é aberta a todos, incluindo os membros do TUPJA  e parentes.

3. Cada bilhete contém uma sequência de número própria denominada Controle de Vendas, presente no canto direito final do canhoto, e no canto direito de cada bilhete. Conforme figura sinalizada abaixo

 

Associação Pai João – São José – SC

 

Sorteio 01 Kit Produtos TUPPERWARE no Valor de R$ 500,00

Data do Sorteio 15 de Dezembro de 2012

Controle da rifa
Nome:............................
.......................................
 
Telefone:......................
.....................................
 
Controle de venda 0001
Associação Pai João – São José –SC
                                               AÇÃO ENTRE AMIGOS
                                                                                              R$ 2,00
Sorteio de uma cesta de produtos Tupperware
Data do Sorteio: 15 de Dezembro de 2012
Regulamento acesse  www.umbandapaijoao.blogspot.com
                                                                              Controle de venda 0001
 

 

 

Com essa numeração própria que cada participante concorrerá ao prêmio

4. Um mesmo participante poderá adquirir um ou mais bilhetes, aumentando assim as suas chances de ganhar.

5. O participante deverá fornecer todos os dados pedidos.

6. O não pagamento até o dia 10/12/2012 automaticamente resultará em perda de direito ao prêmio.

7. O sorteio deverá acontecer no dia 15 de Dezembro de 2012, na sede do TUPJA Pai João, em São José, durante uma comemoração interna dos membros. Podendo esta data ser transferida a cargo da Comissão organizadora e divulgada previamente por este meio.

* Disposição Geral do Prêmio

Um (1) KIT Produtos TUPPERWARE  

O prêmio é pessoal, porém poderá ser transferido e negociado. O sorteio contempla apenas Um (1) KIT Produtos TUPPERWARE  

O ganhador deverá estar ciente que o Kit de Produtos Contem: 01 Tigela Maravilhosa TUPPERWARE 1,8 L, 01 Tigela Maravilhosa TUPPERWARE 500 ml, 01 Arara Rosa TUPPERWARE 400 ml, 01 Arara Azul TUPPERWARE 400 ml, 01 base cristal Lwave TUPPERWARE 1L, 02 Pote Master Preto TUPPERWARE Mantimentos  1,5 L, 01 Tigela Batedeira 2L TUPPERWARE Edu Guedes, , 01 Tomateira TUPPERWARE, 01 Pote máster Mantimentos 1,2 L TUPPERWARE, 01 Pote Master Mantimentos 1,9 L TUPPERWARE, 01 Copo Mulheres TUPPERWARE,01 Tupper Portátil 1L , 01 Jeitosinha TUPPERWARE 500 ml

O ganhador deverá estar ciente que a Comissão organizadora se reserva o direito de  entregar o Kit Pronto.

8. Após o resultado do sorteio, a comissão organizadora, se reserva ao direito contatar o ganhador pelo período de 60 dias, pelo telefone Caso não ocorra extração até a data limite, o premio será revertido para a entidade TUPJA Pai João

10.Toda informação sobre o sorteio e ganhador poderá ser encontrada no site www.umbandapaijoao.blogspot.com

11 Os participantes concordam e autorizam a utilização de seu nome, fotografia ou imagens e voz para divulgação do evento, sem qualquer ônus para a entidade promotora da rifa.

12. O ato de compra do(s) cupons(s), no valor definido, caracteriza o participante no conhecimento e aceitação integral dos termos e condições deste Regulamento.

 

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ULTIMAS CHAMADAS PARA FORMAR A TURMA DE MAGIA DAS PEDRAS
MAGIA DIVINA DAS SETE PEDRAS SAGRADAS COM
 Eduardo Santos
OBRIGATÓRIO LIGAR E FAZER RESERVA PELOS TELEFONES:
(48) 8450-6773 / 3094-0998

ESTA TURMA TERÁ INICIO DOMINGO          DIA 28 DE OUTUBRO DE 2012, DAS 14H00 ÀS 16H00
A PRIMEIRA AULA JÁ SERÁ UMA AULA DE CONTEÚDO

NÃO É NECESSÁRIO NENHUM GRAU ANTERIOR DE MAGIA, ESTE CURSO É DESTINADO A LEIGOS E INICIADOS.

Magia das Pedras
Magia Divina das Sete Pedras Sagradas

O conhecimento à cerca deste “Poder Mágico” (e terapêutico também) que as “Pedras”* possuem é de conhecimento público, mas que com o tempo foi sendo reduzido apenas à sua beleza ou ao “poder financeiro” que algumas gemas ou minerais representam.

No tempo em que o próprio tempo se perde em contas e tabelas arqueológicas, em todas as culturas, a magia era praticada como a mais singular das artes reais, sendo “A Arte Real” por excelência...
E é por seu poder mágico que Reis e Rainhas, utilizavam coroas cravejadas de pedras…
assim como as pedras do “cetro real” tinham por função manifestar o mistério correspondente ao “trono” real... Por trono entendemos um poder estabelecido em  conjunto com a deidade, por assim dizer um trono na terra representa um mistério de outro trono assentado no “Plano Divino” e “Plano Natural”…

A partir deste fato podemos buscar a mística presente nas cultura egípcia por exemplo…

Na cultura Maia, O “Rei Sol”, “Senhor de Sipan”, O “Pacha-Camac”, reconhecia o poder das pedras e o mesmo pode ser observado em seu sarcófago (tumba) descobreta em Palenque...

No Islã é conhecida a “Caaba” ou “Pedra Negra”, em Meca e para a qual todo muçulmano deve peregrinar ao menos uma vez na vida…

Também no Judaísmo é possível identificar o uso ritualístico e mágico das pedras, devidamente registrado na bíblia em Êxodo 28, no qual são descritas a “Veste Sacerdotal”. Nesta “Veste” encontra-se um “peitoral” chamado “efod” cravejado de pedras…


Bem agora vamos parar por aqui, pois de cultura em cultura é possível encontrar o uso mágico-religioso das pedras.
Sem falar do Elixir da Longa Vida e sua “Pedra Filosofal” que dá sentido de busca e prática aos “Alquimistas”.

Embora tenha citado muitos exemplos do uso das pedras este não é nem o objetivo e nem o conteúdo do “Curso de Magia das Pedras”, no qual vamos antes de mais nada aprender como acessar os Mistérios das Sete Pedras Sagradas. Passamos por iniciações que nos permitem acessar e manifestar a partir de nós mesmos estes mistérios. Vamos muito além do uso terapêutico, para colocar em ação “poderes” e “mistérios” que fluem por meio e através das pedras.

Gostaria de continuar falando e escrevendo muito mais ainda sobre a “Magia das Pedras”… mas, este conhecimento implica em iniciação e prática…

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Guias Colares na Umbanda

Fundamentos das GuiasO uso de colares, pulseiras e talismãs é tão antigo quanto a própria humanidade.
Todos os povos antigos pesquisados adotavam o uso de colares confeccionados com pedras roladas, seixos, dentes de animais, pérolas, penas, sementes, pedaços de ossos ou de madeiras esculpidas, conchas, unhas de certos animais, cabelos humanos ou crinas de animais trançados, etc.
São tantas as coisas usadas na confecção de colares que não nos é possível listar todas.
O uso com respeito de colares confeccionados de forma rudimentar se perde no tempo, tendo começado em eras remotas, quando ainda vivíamos em cavernas ou éramos nômades, mas precisávamos de protetores contra o mundo sobrenatural inferior ou contra o perigo de animais e insetos venenosos ou os malefícios feitos por outras pessoas, etc.
Então, que fique claro aos umbandistas que o uso de colares ou "guias de proteção" não é uma coisa só da Umbanda ou dos cultos afros aqui estabelecidos. Inclusive, os índios americanos também usavam e ainda usam colares, braceletes, pulseiras e talismãs, tal como fazia e faz o resto da humanidade.
Os padres da Igreja Católica usam rosários, crucifixos pendurados no pescoço (um colar, certo?), escapulários, etc., assim como todos os sacerdotes da maioria das religiões atuais o fazem com seus colares consagrados.
Enfim, não há nada de excepcional, incomum ou fetichista no fato de os médiuns umbandistas usarem colares de proteção ou de trabalhos espirituais quando incorporados pelos seus guias.
O uso de colares era tão comum na Antiguidade que originou a ourivesaria e a joalheria como indústrias manufaturadoras de colares, pulseiras, braceletes, talismãs, tiaras, etc., para atender aos sacerdotes e aos fiéis mais abastados que preferiam ter objetos de proteção confeccionados com pedras e metais preciosos e de difícil aquisição pelo resto dos membros dos clãs ou tribos do passado.
Reis, rainhas, príncipes, imperadores, ministros, etc., que formavam a elite dos povos antigos, não usavam colares comuns ou de fácil confecção, mas recorriam a artesãos especializados para confeccioná-los, tomando a precaução de terem colares únicos e de mais ninguém.
Cadáveres eram enterrados com colares, talismãs, etc., pois precisavam proteger seus espíritos no mundo dos "mortos", assim como haviam precisado deles aqui no mundo dos "vivos", e isso acontece até os dias de hoje na cultura ocidental cristã, na qual o uso antigo de colares mágicos e protetores perdeu seus fundamentos, sendo substituídos por gravatas, lenços, cachecóis, fitas, etc. que envolvem o pescoço dos vivos e dos cadáveres, certo?
Portanto, irmãos(ãs) umbandistas, não se sintam constrangidos(as) por usar em público colares ou "guias", pois não é em nada diferente do que todo mundo faz.
Bem, até aqui só comentamos o que é história e fato comprovável observando os sacerdotes e fiéis de todas as religiões que, sem se aperceberem disso, usam esse recurso mágico para se proteger do mundo sobrenatural.
Logo, o uso de guias ou colares, braceletes, pulseiras, tiaras (proteção à cabeça ou coroa), etc. tem fundamento mágico e deve ser entendido e aceito por todos os umbandistas como um dos fundamentos mágicos da nossa religião. Desde o seu início, fomos instruídos a usá-los pelos nossos guias espirituais, que os consagram e os usam durante os passes mágicos-energéticos dados nos consulentes em dias de trabalho.
Só que a maioria dos umbandistas compra colares, braceletes, pulseiras, talismãs, etc. sem saber ao certo quais são seus poderes ou usos mágicos. E vemos muitos médiuns com muitos colares belíssimos no pescoço mas que, se perguntados sobre o porquê de usarem tantos de uma só vez, responderão que seus guias espirituais lhes pediram.
E, se perguntados sobre os fundamentos de cada um deles, infelizmente não saberão dizer quais são, porque isso não é ensinado regularmente na Umbanda e o pouco que sabem foi ensinado por seus guias espirituais.
Na Umbanda não existem muitas pessoas preocupadas com os seus fundamentos divinos, espirituais, mágicos, litúrgicos, etc., e todos querem "resultados" e ponto final.
Só que isso, essa falta de preocupação com os fundamentos, está deixando de lado importantes conhecimentos e fazendo com que objetos mágicos sagrados sejam utilizados de forma profana e objetos profanos sejam usados como se fossem sagrados, pois já não há informações correntes e de fácil acesso aos médiuns umbandistas, ensinando-os corretamente e esclarecendo sobre quando e como usar colares, braceletes, pulseiras, talismãs, etc.
E não adianta os mais "antigos" ficarem contrariados por essa nossa afirmação, pois ou não sabiam quais eram esses fundamentos, e por isso não ensinaram aos seus filhos-de-fé ou então, se sabiam e não ensinaram, são os responsáveis pelo que está acontecendo com os novos umbandistas, que não têm quem ensine nada a respeito, certo?
Bem, vamos aos fundamentos ocultos dos mistérios dos colares, dos braceletes, das pulseiras, dos anéis, das tiaras e dos talismãs e como consagrá-los corretamente, beneficiando-se do poder de realização que adquirem quando isso é feito por eles.
1 º – Um colar, anel, bracelete, pulseira e tiara ou "coroa" é em si um "círculo".
2 º – Por círculo estável entendam aquele que tem forma imutável (anéis e coroas).
3 º – Por círculo maleável entendam aquele que é flexível e movimenta-se, abre-se ou fecha-se segundo os movimentos do seu possuidor, (colares, braceletes e pulseiras).
4 º – O círculo é um espaço mágico. E, porque é um, então pode ser consagrado e usado para uma ou mais funções pelo seu possuidor porque torna-se em si um espaço mágico ativo e funcional muito prático e fácil de ser usado.
5 º – É certo que esse fundamento só era conhecido dos grandes magos da era cristalina e perdeu-se quando ela entrou em colapso, restando o conhecimento aberto ou popular de que eram poderosos protetores contra inveja, mau-olhado, fluidos e vibrações negativos, encostos espirituais e magias negativas.
6 º – O conhecimento popular perdurou e acompanhou a evolução da humanidade, e várias fórmulas consagratórias foram desenvolvidas no decorrer dos tempos por magos, inspirados pelos seus mentores espirituais.
7 º – Essas fórmulas consagratórias "exteriores" ou exotéricas puderam ser ensinadas e perpetuadas, auxiliando a humanidade no decorrer dos tempos.
8 º – Mas, lembrem-se disto: são, todas elas, apenas fórmulas consagratórias exteriores ou exotéricas e cujos fundamentos ocultos não foram revelados.
9 º – Assim, porque os fundamentos ocultos não foram revelados, o poder dos colares, braceletes, pulseiras, anéis, tiaras e coroas só tem sido usado como protetores... e nada mais.
10 º – A Umbanda, derivada dos cultos religiosos indígenas, afros e europeus, adotou o uso de colares, braceletes, pulseiras, anéis, tiaras, coroas, etc. ainda que seus adeptos nada soubessem sobre os fundamentos mágicos secretos existentes por trás de cada um desses objetos. Índios brasileiros, negros africanos, brancos europeus ou mesmo hindus cheios de colares no pescoço, pouco ou nada ensinaram sobre a consagração interna ou esotérica que dariam a esses objetos (e outros, às imagens inclusive) um poder de realização tão grande que não seriam vistos apenas como adereços ou fetichismo e sim com respeito e admiração por quem olhasse para eles ou os visse de relance.
11 º – Que alguém, umbandista ou não, diga-nos se algum dia leu ou ouviu de outrem algo sobre os fundamentos ocultos e esotéricos dos colares, braceletes, pulseiras, anéis, tiaras, coroas, imagens, símbolos e demais objetos mágicos. Com certeza só ouviu dizer que são fortes protetores contra isso ou aquilo... e nada mais. Já os sábios hindus ou os velhos babalaôs sempre disseram e ensinaram seus seguidores que esses adereços consagrados por eles ou segundo suas fórmulas consagratórias (todas externas e exotéricas) tornam-se poderosos talismãs ou patuás que dão proteção contra isso ou aquilo.
12 º – Nós (e você) sabemos que nunca lhe ensinaram que aqueles colares, braceletes, pulseiras, anéis, tiaras, coroas e demais objetos mágicos usados nos seus trabalhos espirituais ou assentados no seu terreiro têm outras finalidades além das de protegê-los ou aos seus trabalhos, certo?
13 º – Até os seus guias espirituais (Caboclos, Pretos-Velhos, Crianças, Boiadeiros, Marinheiros, Baianos, Encantados, Exus, Pombagiras, Exus-Mirins, Ciganos, etc.) pouco lhes disseram sobre os mistérios de seus objetos mágicos consagrados por eles externamente ("cruzados" por eles é o termo mais adequado), não é mesmo?
14 º – Você usa os colares, pulseiras, braceletes, anéis, tiaras, coroas, etc.) que eles cruzam e sente-se protegido contra inveja, mau-olhado, maus fluidos, etc. e não dá maior valor que o de simples protetores, pois eles foram cruzados e ativados segundo rituais ou processos externos, praticados por guias espirituais impossibilitados de os fazer segundo o ritual ou processo interno, que só pode ser feito a partir do lado material da vida, por uma pessoa conhecedora desse mistério.
15 º – Se isso tudo está sendo revelado agora, um século após a fundação da Umbanda, é para que os umbandistas deixem de procurar em outras religiões ou nos cultos afros aqui estabelecidos os fundamentos sagrados, ocultos e esotéricos (iniciatórios) de sua religião, pois eles (todos, sem exceção) só revelam os fundamentos externos e exotéricos abertos por eles e desconhecem os fundamentos sagrados da Umbanda, que não sejam os deles.
16 º – Então, como um umbandista irá obter com eles o que desconhecem da Umbanda e só conhecem de suas próprias religiões e de suas práticas mágico-religiosas, que fazem porque funcionam?
17 º – Está na hora, pois ela chegou, de os umbandistas e suas práticas começarem a ser copiados pelos adeptos das outras religiões.
18 º – Também chegou a hora de eles (os praticantes das outras religiões afros) respeitarem o poder mágico da Umbanda e pararem de dizer, com a "boca cheia" de orgulho, que a Umbanda não tem fundamentos e que a religião deles é que os têm.
19 º – Está na hora de os umbandistas descartarem as fórmulas "secretas", antiquadas e com fundamentos internos alheios e só recorrerem a fórmulas consagratórias suas, muito bem fundamentadas no lado divino de seus cultos, fórmulas estas muito mais poderosas que as deles, pois as nossas são internas, iniciatórias, consagratórias e sagradas.
20 º – A Umbanda é uma religião mágica que tem seus próprios fundamentos e não precisa recorrer aos outros, que podem servir para os seus adeptos, mas não servem para os umbandistas.
21 º – Chega de buscar fora, e com quem não tem nada a ver com a Umbanda, o que não têm para dar aos umbandistas mas que não perdem a oportunidade de se mostrar "poderosos" e de explorar a boa-fé de pessoas mal orientadas dentro de nosso culto.
22 º – Chega de umbandistas entregarem suas "coroas" a meros "fazedores de cabeça" que só querem sua escravidão e subserviência, pois, após "fazerem a cabeça", do mal informado umbandista, acham-se donos dele e de suas forças espirituais.
23 º – Está na hora, pois ela chegou, dos umbandistas sentirem mais orgulho, de ter mais confiança em suas práticas mágico-religiosas e de olharem com indiferença ou como estranhas as práticas mágico-religiosas alheias, que tanto não lhes pertencem como lhes são dispensáveis mesmo!
Consagrar uma guia, como são chamados os colares dentro da Umbanda, é um procedimento correto, pois somente ele estando consagrado poderá ser usado como protetor ou instrumento mágico nas mãos dos guias espirituais.
O procedimento regular tem sido o de lavá-los (purificação), de iluminá-los com velas (energização) e de entregá-los nas mãos dos guias espirituais para que sejam cruzados (consagração).
Eventualmente são deixados nos altares por determinado número de dias para receber uma imantação divina que aumenta o poder energético deles.
Os guias espirituais sabem como consagrá-los espiritualmente, imantando-os de tal forma que, após cruzá-los, estão prontos para ser usados pelos médiuns como filtros protetores ou pelos seus guias como instrumentos mágicos, ainda que só uma minoria dos guias os utilize efetivamente com essa finalidade e a maioria os prefira como pára-raios protetores ou descarregadores das cargas energéticas negativas trazidas para dentro dos locais de trabalhos espirituais pelos seus consulentes.
Os procedimentos consagratórios dos colares usados pelos umbandistas têm sido estes e poucos têm mais alguns outros.
Eles têm ajudado os médiuns durante seus trabalhos e auxiliado os consulentes a se proteger das pesadas projeções fluídicas que recebem de pessoas ou espíritos no dia-a-dia.
Mas esses cruzamentos ou consagrações, com finalidades específicas e com imantação espiritual, são apenas o lado aberto ou exotérico e, numa escala de 0 a 100, só obtêm 10% do poder dos mesmos objetos que, se forem consagrados internamente ou receberem uma consagração completa, terão 100% de poder.
Normalmente, consagram-se ou cruzam-se colares a pedido dos guias espirituais e cada linha tem suas cores específicas, iguais às dos seus orixás regentes.
Como algumas cores mudam conforme a região, então eventuais alterações de cores impedem a uniformização da identificação dos orixás simbolizados nos colares usados pelos médiuns.
Na confecção dos colares, algumas regras devem ser seguidas:
1 ª — Os colares dos orixás costumam ser de uma só cor.
2 ª — Há algumas exceções (Obaluaiê = preto-branco), (Omolu = preto-branco-vermelho), (Nanã = branco-lilás-azul-claro), (Exu = preto-vermelho; preto; vermelho), (Pombagira = vermelho; preto e vermelho; dourado).
Enfim, há certa flexibilidade no uso das cores dos colares consagrados aos orixás na Umbanda. E isso se deve ao fato de que eles, na verdade, irradiam-se em padrões vibracionais diferentes e em cada um mudam as cores das energias irradiadas.
Então, não podemos dizer que estão erradas as cores usadas na Umbanda. Apenas cremos que deveríamos padronizá-las e não recorrer ao uso individual delas. Também não deveríamos adotar as cores usadas em outros cultos afros.
— O uso de "quelê" também não deve ser adotado pelos umbandistas pois é privativo do Candomblé.
— "Quelê" é um colar curto, feito de pedras trabalhadas; é mais grosso que o normal e usado ao redor do pescoço, indicando que a pessoa é uma iniciada no seu orixá em ritual tradicional e só dele. Portanto, o seu uso não deve ser copiado, pois não é um colar umbandista.
Para a Umbanda, vamos dar as cores mais usadas ou aceitas pela maioria:
• Oxalá = branca • Nanã = lilás
• Iemanjá = azul-leitoso • Omolu = branco-preto-vermelho
• Ogum = vermelho • Obaluaiê = branco-preto
• Xangô = marrom • Exu = preto e vermelho
• Iansã = amarelo • Pombagira = vermelho
• Oxum = azul-vivo • Oxóssi = verde
• Obá, Oxumaré, Oiá-Tempo e Egunitá não são cultuados
regularmente
Como na Umbanda não são cultuados regularmente, alguns orixás foram incorporados por nós, pois ocupam pólos energo-magnéticos nas Sete Linhas de Umbanda. Então vamos dar as suas cores:
• Egunitá = laranja
• Oiá-Tempo = fumê
• Obá = magenta
• Oxumaré = azul-turquesa
Só que há um problema porque não são fabricadas regulamente contas de cristais ou de porcelanas nessas cores.
Por isso, recomendamos que os umbandistas passem a usar colares de pedras naturais sempre que possível, porque só eles (e todos os elementos naturais) conseguem absorver e segurar as imantações divinas condensadas nas suas consagrações "internas".
Contas e outros objetos artificiais ou sintéticos, produzidos industrialmente, não são capazes de reter as imantações poderosas dessas consagrações internas.
Então, aqui há uma relação das pedras dos orixás:
• Oxalá = quartzo transparente
• Oiá-Tempo = quartzo fumê
• Oxum = ametista
• Oxumaré = quartzo azul
• Oxóssi = quartzo verde
• Obá = madeira petrificada
• Xangô = jaspe marrom
• Egunitá = ágata de fogo
• Ogum = granada
• Iansã = citrino
• Obaluaiê = quartzo branco e turmalina negra
• Nanã = ametrino
• Iemanjá = água-marinha
• Omolu = ônix preto — ônix verde
• Exu = ônix preto — hematita — turmalina negra
• Pombagira = ônix — ágata
Obs.: Outras pedras podem ser usadas, pois a variedade de espécies é grande, assim como é a de cores em cada espécie, certo?
Agora, com as linhas de trabalhos formadas por guias espirituais, a coisa complica porque tudo depende das energias manipuladas por eles e pelos mistérios nos quais foram "iniciados" e que ativam durante seus atendimentos aos consulentes.
— Para a linha dos Baianos, recomendamos o uso de colares feitos de coquinhos.
— Para a linha das Sereias, recomendamos os colares feitos de conchinhas recolhidas à beira-mar.
— Para a linha dos Boiadeiros, recomendamos colares feitos de "jaspe leopardo".
— Para a linha das Crianças, recomendamos colares de quartzo rosa, de ametista, de água-marinha e quartzo branco.
Quanto aos colares para descarga, recomendamos que tenham grande variedade de espécies de pedras naturais, de porcelana de cristais industriais, de sementes, etc.
No capítulo seguinte, comentaremos com detalhes fundamentais os colares de descarga.
Um colar é em si um círculo e é um espaço mágico poderoso, se for consagrado corretamente.
Então, supondo que os seus colares tenham sido consagrados corretamente, vamos aos comentários necessários para que você comece a usá-los com mais respeito e trate-os como objetos sacros de sua religião: a Umbanda.
Nós sabemos que não existem comentários sobre os muitos tipos de espaços-mágicos usados pelos praticantes de magia.
Sabemos que usam o triângulo; o duplo triângulo entrelaçado, o pentagrama, etc, mas também que seus fundamentos ocultos ou esotéricos não foram revelados ou comentados por nenhum autor umbandista até a publicação do nosso livro A Magia Divina das Velas (Madras Editora), no qual comentamos superficialmente os espaços mágicos formados por velas.
Bem, o fato é que o círculo é um espaço mágico, e um colar é um círculo, ainda que maleável, pois se movimenta ao redor do pescoço da pessoa que o está usando. Por isso, chamamos os colares de círculos maleáveis.
E, por ser um espaço mágico fechado, se devidamente consagrado, é um espaço mágico permanente e que "trabalha" o tempo todo recolhendo e enviando para outras dimensões ou faixas vibratórias as cargas energéticas projetadas contra o seu usuário.
Como ele é um círculo, então o espaço mágico formado dentro dele é multidimensional e interage com todas as dimensões, planos e faixas vibratórias, enviando para eles as cargas energéticas projetadas contra o seu usuário.
• Ele interage com as dimensões elementais.
• Ele interage com as dimensões puras.
• Ele interage com as dimensões bielementais.
• Ele interage com as dimensões trielementais.
• Ele interage com as dimensões tetraelementais.
• Ele interage com as dimensões pentaelementais.
• Ele interage com as dimensões hexaelementais.
• Ele interage com as dimensões heptaelementais.
E, quando o seu usuário o coloca no pescoço, ele começa a puxar para dentro do espaço mágico (que é em si) as irradiações projetadas desde outras faixas vibratórias negativas, dimensões ou planos da vida, recolhendo-as e enviando-as de volta às suas origens.
Os guias espirituais, quando consagram colares para os seus médiuns ou para os consulentes, para serem usados como protetores, imantam esses colares com uma vibração específica que os tornam repulsores ou anuladores de projeções energéticas negativas, mas não os tornam espaços mágicos em si porque, para fazerem isso, teriam de ir a locais específicos da natureza e, ali, abrir campos consagratórios também específicos e imantá-los com as vibrações divinas dos seus orixás correspondentes, dotando-os de poderes mágicos multidimensionais.
Mas, como os fundamentos consagratórios internos estavam fechados ao plano material até agora, então eles faziam isso de forma velada quando seus médiuns iam oferendá-los, ou aos orixás, nos campos vibratórios na natureza.
Os guias espirituais sempre respeitaram o silêncio sobre a consagração interna e sempre fizeram o que tinham de fazer de forma que os seus médiuns não percebiam que, ao tirarem os colares do pescoço, trabalhando-os na verdade estavam imantando-os com as vibrações elementais e divinas existentes nos pontos de forças da natureza.
Então, agora você já sabe que o seu colar de cristais, porcelana, sementes, dentes, etc. não é só um adereço de enfeite ou identificador dos seus orixás ou de seus guias espirituais, mas que, se corretamente consagrado, é um espaço mágico circular, certo?
E também sabe que, se for confeccionado com elementos colhidos na natureza, é mais poderoso que os feitos com elementos artificiais ou industrializados